JCT Music

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quarta-feira, setembro 19, 2018

Infinity is bigger than you think

Some flowers


Garden Bridge


Da piscina ao rio


Casas com vasos


Flagship


OnePlusOne


Yellow flag



Orange


Blue picture


Invasão



Secret Place


terça-feira, setembro 18, 2018

Andy Warhol em Mértola


Anteontem...

...recebi uma nota automática em forma de mail. A empresa em que trabalho felicitava-me pelos meus 30 anos de antiguidade. Ao menos um programa esquecido num computador desencadeou uma mensagem simpática. Sinal dos tempos. "Houve um tempo em que comemoravam os meus aniversários e ninguém estava morto"... Hoje em dia é  o relacionamento humano que está distante. Tão distante que pode até nem voltar. À beira da quarta revolução industrial, o futuro do valor das pessoas não augura nada de bom. Quanto a mim, dado que nem me lembrava da data, fiquei contente pensando em tudo o que aprendi e em tudo o que construí ao longo deste intervalo de tempo. Ficam sobretudo as amizades e os momentos de sucesso dos projectos, ou em que simplesmente (por um motivo que eu inventava) fazíamos um jantar comemorativo.

sábado, setembro 15, 2018

The Dark Side

Try Walking In My Shoes

Soneto 116

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.

William Shakespeare

quarta-feira, setembro 12, 2018

O maior pecado...

No mundo actual com tantas guerras activas, com a pedofilia em números escandalosos, com crimes de toda a natureza, tiroteios nas escolas e centros comerciais, mesmo assim na origem de muitos destes conflitos mortíferos, para mim, numa altura em que temos acesso livre a tanta informação, tantos meios de comunicação, tanta correlação de dados que podemos inferir, o maior pecado continua a ser: o pecado da ignorância. Quer no sentido da falta de cultura e de vontade para a adquirir, quer na falta de perspicácia e de  questionar e desafiar. De curiosidade científica. Mesmo com o acumular latente de demonstrativas evidências de situações de conflito, as pessoas não acordam para a realidade. Continuando a acreditar em piedosas mentiras de auto-comiseração, adensando a tensão, aguardando-se o chegar inevitável do fim. Procurando na ancestralidade da explicação dos astros e da mitologia, sabe-se lá qual, a reposição da normalidade. Pensando em fim de ciclo, não descortinando que é para o fim de vida. Procurando renascer, já não só a cada primavera, mas agora também em cada outono, tal é a oferta do negócio que explora a ignorância, das vítimas. Como se houvesse um ressuscitar durante a vida. Carl Sagan, às voltas no túmulo, que com o carácter semestral destes eventos, deve estar procurando explicar a si próprio, como é que há pessoas que acreditam na influência real da fenomenologia solar e lunar, pois que as mesmas pessoas já devem ter nascido e renascido mais de 100 vezes. E ...ignorantemente, não aprenderam nada. 

terça-feira, setembro 11, 2018

Return to innocence (Azerbaijan version)

SALOMÉ - "Não se pode sonhar sem Deus saber."



"...
H[ERODES] – Que novo sonho é este, ou que novo capricho? Que malícia fez que se trouxesse aqui esta cabeça que pedi me fosse levada? Quem a desviou dos meus olhos para os teus?
S[ALOMÉ] – É a cabeça de um bandido que matava nas aldeias.
H[ERODES] – Não é. Esta é a cabeça de um santo que estava a criar deuses pelos desertos. Mandei-o matar e quis que me trouxessem a sua cabeça. Porque foi que a pediste?
S[ALOMÉ] – Porque foi que a pedi? Porque foi que a pedi? Não sei. Não sei. Que foi isso que disseste, senhor que me tira a alma toda do coração. Não digais que me disseste a verdade porque isso é demais para o meu sonho. Ah, que talvez o sonho não crie mas veja, e não faça senão o que adivinha. Aquela cabeça era de um santo que andava nos desertos?
H[ERODES] – Que vinho de luar te embebedou, que falas com os mortos entre os vivos? Aquela cabeça é de um santo que cantava nos desertos a memória dos deuses futuros.
S[ALOMÉ] – A cabeça? Deixem-me vê-la de perto. (Ajoelha ao pé dela) (Toma-a nas mãos) Faz medo e nojo, como os deuses. É a cabeça de um monstro porque é a de um morto. Tetrarca, quem era este homem?
H[ERODES] – Era um homem que anunciava nos desertos, cantando e gritando, a vinda do fim das coisas e de um deus que teria piedade. Gritava entre a rochas solitárias que os deuses antigos eram como os homens quando vivem, mas o deus novo seria como os homens quando morrem, a imagem da tristeza e da verdade, Não lhe vi ainda a cabeça. Erguei-ma na salva para que eu a veja.
(O capitão da guarda olha em redor faça. Abaixa-se, toma a salva, coloca nela a cabeça e ergue-a ante a vista do Tetrarca. O Tetrarca inclina a cabeça para a frente e fita a cabeça com insistência.)
H[ERODES] – É a cara de um homem que viveu entre os desertos e esperava novos deuses ao pé de rochedos. Parece que chorou muito: as faces têm sulcos como os que as águas fazem nas rochas. É terrível, mas por detrás das pálpebras cerradas sinto com a própria vista que os olhos são tristes... Quem matou aquele escravo?
CAP – Fui eu.
H[ERODES] – Porque o mataste?
CAP – Mandou a princesa que o matasse.
H[ERODES] – Porque foi que mandaste matar?
S[ALOMÉ] – Não sei. Não sei nada. Sucede qualquer coisa de tão terrível que não sei como falar. Mandei-o matar porque ele disse que aquela cabeça era de um santo que criava deuses nos desertos.
H[ERODES] – Mas era de um santo que criava deuses nos desertos.
S[ALOMÉ] – Não era: era de um bandido que matava nas aldeias. Deponde a salva no chão, retirai-vos. Tenho sono. Pai, tenho sono. (Para as aias) Retirai-vos vós também. Pai, quero dormir. Deixai a salva aí no chão, com a cabeça. Pai, ide-vos também daqui.
S[ALOMÉ] – Eu bem sabia. Eu bem sabia. Não se pode sonhar sem Deus saber. A minha mentira era verdade. Era certo que no desertos havia um santo que chamava por um deus novo, um deus triste como as rochas e sozinho como as grandes planuras. Eu bem sabia que alguém haveria de querer um deus que conhece os sonhos e tem pena do que não têm nada.
Vou fazer como se estivesse num festim. Vou bailar à roda da tua cabeça até cair sem vida. Vou dançar no funeral das coisas que morreram com a tua vida. Vê, vou fazer um bailado ao luar, para dizer tudo."

Ficção e Teatro. Fernando Pessoa.

A monotonia das vidas vulgares é, aparentemente, pavorosa.

"Uma só coisa me maravilha mais do que a estupidez com que a maioria dos homens vive a sua vida: é a inteligência que há nessa estupidez.
A monotonia das vidas vulgares é, aparentemente, pavorosa. Estou almoçando neste restaurante vulgar, e olho, para além do balcão, para a figura do cozinheiro, e, aqui ao pé de mim, para o criado já velho que me serve, como há trinta anos, creio, serve nesta casa. Que vidas são as destes homens? Há quarenta anos que aquela figura de homem vive quase todo o dia numa cozinha; tem umas breves folgas; dorme relativamente poucas horas; vai de vez em quando à terra, de onde volta sem hesitação e sem pena; armazena lentamente dinheiro lento, que se não propõe gastar; adoeceria se tivesse que retirar-se da sua cozinha (definitivamente) para os campos que comprou na Galiza; está em Lisboa há quarenta anos e nunca foi sequer à Rotunda, nem a um teatro, e há um só dia de Coliseu — palhaços nos vestígios interiores da sua vida. Casou não sei como nem porquê, tem quatro filhos e uma filha, e o seu sorriso, ao debruçar-se de lá do balcão em direcção a onde eu estou, exprime uma grande, uma solene, uma contente felicidade. E ele não disfarça, nem que razão para que disfarce. Se a sente é porque verdadeiramente a tem.
E o criado velho que me serve, e que acaba de depor ante mim o que deve ser o milionésimo café da sua deposição de café em mesas? Tem a mesma vida que a do cozinheiro, apenas com a diferença de quatro ou cinco metros — os que distam da localização de um na cozinha para a localização do outro na parte de fora da casa de pasto. No resto, tem dois filhos apenas, vai mais vezes à Galiza, já viu mais Lisboa que o outro, e conhece o Porto, onde esteve quatro anos, e é igualmente feliz.
Revejo, com um pasmo assustado, o panorama destas vidas, e descubro, ao ir ter horror, pena, revolta delas, que quem não tem nem horror, nem pena, nem revolta, são os próprios que teriam direito a tê-las, são os mesmos que vivem essas vidas. E o erro central da imaginação literária: supor que os outros são nós e que devem sentir como nós. Mas, felizmente para a humanidade, cada homem é só quem é, sendo dado ao génio, apenas, o ser mais alguns outros."

Bernardo Soares, "Livro do Desassossego"

La fuerza más fuerte de todas.. Es un corazón Inocente.

Victor Hugo



Return To Innocence

Forever with you

Of His Eyes The Peace

Why

"Sitting On The Moon"

segunda-feira, setembro 10, 2018

It Is What It Is

"Le tane si riversano fuori

Ci sono barcollanti nella piazza

Ci sono ragazzi e ragazze che cadono in giro

E uno scoppiettio nell'aria

Giù intorno alle porte dei sotterranei

I rifugi e le code

Tutti stanno cercando

Le braccia di qualcuno in cui cadere



È quello che è

È quello che è adesso



C'è brina sulle tombe e sui monumenti

Ma le taverne sono calde in città

La gente maledice il governo

E spalare il cibo caldo

Le luci sono fuori nel municipio

Il castello e il mastio

La luna splende su tutto

Il senza gambe e l'insonne



Freddo al casello

Con i carri che strisciano attraverso

Freddo al casello

Dio sa cosa potrei fare con te



È quello che è

È quello che è adesso



Il Garison dorme nella cittadella

Con il fantasma e le pietre antiche

In alto sul parapetto

Un pifferaio scozzese sta da solo

In alto nel vento

I tamburi degli altipiani iniziano a rotolare

E qualcosa del passato viene appena

E fissa la mia anima



Freddo al casello

Con il Caledonian Blues

Freddo al casello

Dio sa cosa potrei fare con te "



a

The power of the heart (New Blood Orchestra)

The Limits of Understanding

"This statement is false. Think about it, and it makes your head hurt. If it’s true, it’s false. If it’s false, it’s true. In 1931, Austrian logician Kurt Gödel shocked the worlds of mathematics and philosophy by establishing that such statements are far more than a quirky turn of language: he showed that there are mathematical truths which simply can’t be proven. In the decades since, thinkers have taken the brilliant Gödel’s result in a variety of directions–linking it to limits of human comprehension and the quest to recreate human thinking on a computer."



Por Que Arte Moderna é tão Ruim?

domingo, setembro 09, 2018

Quase um Poema de Amor

Há muito tempo já que não escrevo um poema 

De amor. 
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza! 
A nossa natureza 
Lusitana 
Tem essa humana 
Graça 
Feiticeira 
De tornar de cristal 
A mais sentimental 
E baça 
Bebedeira. 

Mas ou seja que vou envelhecendo 
E ninguém me deseje apaixonado, 
Ou que a antiga paixão 
Me mantenha calado 
O coração 
Num íntimo pudor, 
— Há muito tempo já que não escrevo um poema 
De amor. 

Miguel Torga, in 'Diário V' 

Dies Irae

Apetece cantar, mas ninguém canta. 

Apetece chorar, mas ninguém chora. 
Um fantasma levanta 
A mão do medo sobre a nossa hora. 

Apetece gritar, mas ninguém grita. 
Apetece fugir, mas ninguém foge. 
Um fantasma limita 
Todo o futuro a este dia de hoje. 

Apetece morrer, mas ninguém morre. 
Apetece matar, mas ninguém mata. 
Um fantasma percorre 
Os motins onde a alma se arrebata. 

Oh! maldição do tempo em que vivemos, 
Sepultura de grades cinzeladas, 
Que deixam ver a vida que não temos 
E as angústias paradas! 

Miguel Torga, in 'Cântico do Homem' 

Viagem

É o vento que me leva. 

O vento lusitano. 
É este sopro humano 
Universal 
Que enfuna a inquietação de Portugal. 
É esta fúria de loucura mansa 
Que tudo alcança 
Sem alcançar. 
Que vai de céu em céu, 
De mar em mar, 
Até nunca chegar. 
E esta tentação de me encontrar 
Mais rico de amargura 
Nas pausas da ventura 
De me procurar... 

Miguel Torga, in 'Diário XII' 

sexta-feira, setembro 07, 2018

Na diagonal


Diagonal


Diagonal


Diagonal


A esplanada


Diagonal


Arbustos


Folhas


Tâmaras


Diagonal


A coisa mais importante


Azáfama matinal


Luz


Vale a pena parar para ver







Pois...


A criança


Vigiando o vazio


A caminho da praia


quarta-feira, setembro 05, 2018

Não estragues as palavras

Amor, Deus, Alma, Luz.
 Não são palavras banais, de usar todos os dias.
Não lhes gastemos a dignidade repetindo-as sem medida, na medida em nos servem. Não esmaguemos os seus significados atirando-as para conversas sem nobreza, quando nos serve para parecermos nobres; escrevendo-as no vento da rede, quando nos servem a imagem;
 colando-as a perversidades, quando queremos clarear a devassidão: hospitalizando-as em psicopatas, quando queremos angelizá-los.
 Não esmaguemos o que representam, só porque nos dá jeito.
 Não estraguemos as palavras.

terça-feira, setembro 04, 2018

Sangue na mão

Quem se lembraria de ir regar o canteiro das plantas às 11h e com a mangueira em posição de chuveiro ? Por muito que tenhamos percorrido naquele dia, muitos locais onde já tenhamos ido, muitas actividades rotineira que já tenhamos realizado, há algo que nos atrai para que seja naquela hora e naquele lugar. E lá estive eu a regar o canteiro com ervas aromáticas, cravos, um pessegueiro e um loureiro. Quase no fim, do meio do cebolinho vejo sair algo a mexer-se para fora do arbusto formado por aquela planta, e depois a regressar para dentro do arbusto. Parecia um pássaro. Aproximei-me e baixei-me ao nível das planta. Era um passarinho todo molhado e a tremer de frio. Lá o apanhei devagarinho e tentei secá-lo com um guardanapo de papel. Pouco secou. Era um passarinho novo, mal devia saber voar. Que fazer para o devolver aos pais ? Colocá-lo em cima do muro não me pareceu boa hipótese pois iria cair ou morrer de insolação. Então lembrei-me de o colocar numa toalha de praia, que estava quente de estar ao sol no estendal, dando à mesma a forma de um ninho. Coloquei a toalha com o passarinho, que nem se conseguia mexer com o frio de estar molhado e com o medo, numa das varandas à sombra. O objectivo era o passarinho secar, longe dos gatos, e depois com os pais a chilrearem à volta, ele lá ganhar forças e incentivo para tentar de novo voar. Tudo controlado, portas fachadas, era só deixar andar as coisas e o tempo. Fui ver televisão. Ao fim de uns 5 minutos, aparece o gato a correr para ao pé de mim, vindo do quintal, e deposita um troféu aos meus pés, que não percebi logo o que era. Um passarinho. Mas que raio! Hoje era o dia dos passarinhos. Pego no novo passarinho que ainda tinha os olhos abertos, para ver o que podia fazer. Na minha não treme uma última vez antes de se imobilizar. Mudo o passarinho para a outra mão, mas ele já não se mexeu mais. Na primeira mão reparei numas pequenas gotas de sangue liquido. O gato tinha-lhe ferrado os dentes junto ao pescoço, de onde sangrava. Estava morto. Fui à varanda ver se o outro passarinho ainda lá estava. Nada. Concluo então que na minha mão tinha o mesmo passarinho. Provavelmente o chilrear dos pais tinha-o incentivado a deslocar-se até à beira da varanda e a lançar-se de lá para tentar o voo. A penas molhadas e a inexperiência em voar devem-no ter feito cair no quintal, onde o gato - com a sua natureza de caçador - o apanhou. Um dia triste. Triste mesmo.

domingo, setembro 02, 2018

sábado, setembro 01, 2018

STIVE MORGAN - Ice And Fire (Music Video)

Ngankarrparni (Sky Blue) - The Rabbit-Proof Fence

Este extraordinário tema interpretado pelos The Blind Boys of Alabama, um coro de negros cegos, demorou 6 meses a gravar.

Along the Rabbit-Proof Fence - The Incredible Journey

Rabbit Proof Fence - Stolen Generations

Gracie's decision

Reunion recapture

Rabbit Proof Fence Scene Analysis

Traditional way of life Rabbit Proof Fence

sexta-feira, agosto 31, 2018

Sandra

Vergílio Ferreira faz existir Sandra - "Sou eu que te faço existir na obsessão de uma incerta eternidade que é o que está certo para o excesso da minha." A morte de uma colega de curso do autor (antes de o acabar), a sua morte em plena juventude - "No flagrante do seu absurdo. No limiar de uma vida que se anunciava e não veio" - inscrevê-la-á no tempo do para sempre e do Para Sempre. Esta morte inesperada e desajustada com a vida ainda a haver - "E ela assinou-me o livro em Maio, no corredor as aulas, e com uma desenvoltura e um pouco de displicência que não dava com a doença. E morreu em Junho. De tuberculose, naturalmente" - destrói a inteireza da pessoa, anula a sua presença física iniludível mas, paradoxalmente, impõe-na (ficcionalmente) a Vergílio Ferreira - obsessivamente. A imposição de alguém ao olhar do outro é a única condição para alguém existir: E eu disse-lhe que se uma personagem de ficção se nos impõe, existiu mesmo, como também julgo ter dito." E por isso, "Sandra existe". 

sábado, agosto 25, 2018

Um pequeno esclarecimento

Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre a bissexualidade/pansexualismo? É pecado ser bissexual?"

Resposta: "A Bíblia em nenhum lugar menciona directamente a bissexualidade. No entanto, as denúncias bíblicas sobre a homossexualidade deixam claro que a bissexualidade também seria considerada um pecado. Levítico 18:22 declara que ter relações sexuais com o mesmo sexo é uma abominação. Romanos 1:26-27 condena as relações sexuais entre o mesmo sexo como abandonar o que é natural. 1 Coríntios 6:9 afirma que os transgressores homossexuais não herdarão o reino de Deus. Essas verdades aplicam-se igualmente aos bissexuais e aos homossexuais."

Menos um tio

Rest In Peace

Bernardino José Moreira Baptista Biscoito 
(07Set1944  - 24Ago2018)

quinta-feira, agosto 23, 2018

Diário de Borba. Data Estelar de 20180823.

Ontem não houve Diário de Borba, pois ao lanche apareceu (ou melhor desapareceu) uma garrafa de Vilarinho bem fresco de tal forma que quando acordei da sonolência que me provocou já eram horas impróprias e sinceramente ainda não estava em condições de redigir um telegrama que fosse. Hoje não houve piscina, mas lá fui passear com o Daniel, isto enquanto um dos dois tios que me restam está no hospital em coma não-induzido. E lá fomos até à Arrifana, parando em S. Teotónio, Brejões, Carvalhal, Odeceixe, Aljezur e Arrifana. Fotos nos sítios onde parámos. Só em alguns. Música gira. Portugal mal estacionado. Situações caricatas no trânsito. Anedotas ao volante. Ultrapassagens em modo Sport+. Ou seja, tudo na mesma. Discutimos temas como o GitHub, o Slack, o Jason e o Grafana ElasticSearch. Dois adultos a falar de trabalho. Pelo meio ainda um telefonema com uma proposta de trabalho. 

Imagens